Precisamos de Sorte!

Por Flávio Cavalcante

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mpossível para um cientista como eu acreditar em sorte! È muito complexo pensar que algo não depende de esforço, empenho, talento e motivação, todavia só essa palavra explica o que está ocorrendo no Brasileirão. O Porco está iluminado e nós com uma baita Zica. Vejamos alguns fatos:
·       O Porco teve 3 pênaltis não marcados contra o Cruzeiro, tão absurdos que até a Globo, um defensora histórica de Palmeiras e Corinthians, fez críticas ao árbitro. Sem contar as infinitas bolas perdidas por Kleber e companhia (tá certo que esse nem fazer o gol queria)
·       No jogo contra o Atlético Paranaense além de outros erros graves de arbitragem. Um ‘chutão’, no melhor estilo ‘bumba-meu-boi’, caiu caprichosamente nos pés do atacante no primeiro gol. Um escanteio que não existiu gerou o segundo gol. Agora o mais impressionante: Paulo Baier (o mesmo que fez contra o Triunfante) perdeu um gol sem goleiro e com a bola dominada dentro da pequena área.
·       O São Paulo, empatou um jogo fácil contra o Santo André.
·       Rogério se machucou e entrou o Bosco… E com o Bosco não dá! Ele é Ridículo. Tão Ridículo que foi comparado ao Rubinho Barrichello por um defensor do Barrichello.
·       André Dias que era nosso melhor zagueiro cometeu um erro bobo.
·       Washington então… Meu Deus!!!! Melhor não comentar. (2 cartões idiotas em 10 minutos). Powwww Vamos amarrar a camisa do Washington na Cueca dele, ai quando ele, idiotamente, tentar tirar a camisa iria doer. Outra medida é grampear os lábios desse idiota. Cartão amarelo por reclamação, não dá! Fala sério.
Ou seja, o time perdeu o prumo novamente e para mim não está merecendo o título, sei que nem o  Palmeira nem o Inter, mas sou São Paulino e não me adapto a jogar mal.
Abraços tristes de um torcedor que perdeu as esperanças.

É impossível para um cientista como eu acreditar em sorte! È muito complexo pensar que algo não depende de esforço, empenho, talento e motivação, todavia só essa palavra explica o que está ocorrendo no Brasileirão. O Porco está iluminado e nós com uma baita Zica.

Vejamos alguns fatos:

·       O Porco teve 3 pênaltis não marcados contra o Cruzeiro, tão absurdos que até a Globo, um defensora histórica de Palmeiras e Corinthians, fez críticas ao árbitro. Sem contar as infinitas bolas perdidas por Kleber e companhia (tá certo que esse nem fazer o gol queria)

·       No jogo contra o Atlético Paranaense além de outros erros graves de arbitragem. Um ‘chutão’, no melhor estilo ‘bumba-meu-boi’, caiu caprichosamente nos pés do atacante no primeiro gol. Um escanteio que não existiu gerou o segundo gol. Agora o mais impressionante: Paulo Baier (o mesmo que fez contra o Triunfante) perdeu um gol sem goleiro e com a bola dominada dentro da pequena área.

·       O São Paulo, empatou um jogo fácil contra o Santo André.

·       Rogério se machucou e entrou o Bosco… E com o Bosco não dá! Ele é Ridículo. Tão Ridículo que foi comparado ao Rubinho Barrichello por um defensor do Barrichello.

·       André Dias que era nosso melhor zagueiro cometeu um erro bobo.

·       Washington então… Meu Deus!!!! Melhor não comentar. (2 cartões idiotas em 10 minutos). Powwww Vamos amarrar a camisa do Washington na Cueca dele, ai quando ele, idiotamente, tentar tirar a camisa iria doer. Outra medida é grampear os lábios desse idiota. Cartão amarelo por reclamação, não dá! Fala sério.

Ou seja, o time perdeu o prumo novamente e para mim não está merecendo o título, sei que nem o  Palmeira nem o Inter, mas sou São Paulino e não me adapto a jogar mal.

Abraços tristes de um torcedor que perdeu as esperanças.

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O Suspense

portraits-alfred-hitchcockPor Flavio Cavalcante

O suspense de Hicthcock distinguia-se do elemento surpresa mais característico do cinema de horror. O suspense é acentuado pelo uso de música forte (vai lá vai lá vai lá) e dos efeitos de luz (brilha muito não São Paulo). Nos filmes hitchcockianos, a ansiedade do espectador aumenta pouco a pouco enquanto, o personagem não tem consciência do perigo (como os que nos disseram que esse ano não dava). São apresentados dados ao telespectador que o personagem do filme não sabe, criando uma tensão no espectador em saber o que acontecerá quando o personagem descobrir (quando a liderança for tão certeza será tarde!).

Hitchcock. sempre definiu que a curiosidade é a alma do suspense, e interpreto a “não-liderança” desta rodada como um roteiro bem escrito. Rodada após rodada, como um assassino de filme, vamos eliminando nossos rivais. Vejamos:

  • Primeiro foi o Galináceo que não agüentou a pressão de perder jogadores para seleção e contundidos, faltaram-lhes ferramentas para matar seus adversários… isso é dependência, algo como o Charles Bronson que sem sua 45 é apenas o ridículo portador de um bigode.
  • Depois matamos o Caipira Verde que não tendo casa, joga melhor fora do que em Goiânia. Seu Técnico preconceituoso lembra nos Hitler pois persegue minorias e não sabe que é impossível conquistar a Rússia.
  • Nessa rodada, deixamos o Chapolim Colorado a ver navios. Como um daqueles seres mitológicos, o tal do Saci, ficou sem pernas no final do campeonato dançando bonitinho um axé ao som de Ai-podi.

Agora colamos no Porco, e vamos caçá-los, floresta adentro, nas próximas rodadas… Afinal como todo filme de suspense que se presa o Jason sempre mata seu último inimigo no final.

Abraços

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O elogio ao descontrole: introduza um pouco de caos na sua vida.

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Por: Flávio Alexandre Cavalcante
Durante a entrevista do técnico Ricardo Gomes no Bem amigos de 14 de
setembro de 2009, pude perceber que sua real mudança ao assumir o São Paulo
não foi técnica, mas atitudinal. Ele trouxe para o enfoque a mudança que se
faz tão necessária a um time junto há 3 anos, com uma relação desgastada e
que conquistou tudo que podia. Vejamos o exemplo:
3:45 acordar, 10 minutos para tomar café; banho não pode passar de 5
minutos, agenda, backup, relatório, câmeras e celulares para controlar o
tempo. Vivemos a busca por controlar tudo. A busca por uma sensação de
segurança que só existe em nossas mentes. Por isso usamos a estatística, por
meio de dados, para convencer que a chance do sinistro é improvável, mas há.
Esse medo é nossa jaula, o medo do tudo e o medo do nada. Não saímos por
medo de assalto, não comemos por medo de engordar, não trocamos de parceiros
por medo, seja o de errar ou de acertar e percebermos que demoramos muito.
Somos cativos de nossos medos.
Criamos controles para evitar perdemos a linha e assim tornamos mais mansa a
besta interior. Este ser criativo, impulsivo, visceral e surpreendente fica
adormecido, atrofiado pelas regras sociais que nos oprimem em prol de uma
‘boa vivência’.  Fica ‘repetitiva nossa criatividade’ visto que não
aprendemos a canalizar o potencial de nossas explosões criativas que tanto
nos poderiam ser úteis.
Vejo cursos ensinando criatividade, disciplinas propondo empreendedorismo e
provas cobrando visão crítica, mas como se limitássemos a um não confrontar
sob justificativa do ’ser político’.
Percebi durante anos de consultoria que por mais científicos que sejam os
métodos, mais ferramentas gerenciais sejam criadas, dados sejam utilizados
para embasar as decisões, todas passam em algum momento pelo ‘feeling’ do
gestor, seja na construção de um cenário ou na avaliação de um desempenho.
Ora somos uma ciência social aplicada e as subjetividades fazem parte do
processo, mesmo alguns achando que se trata dos frios números da engenharia.
Assim questiono: quantas disciplinas nos cursos de gestão estão
desenvolvendo o potencial criativo dos alunos, o equilíbrio emocional ou
mesmo os aspectos do comportamento? Temos que criar ferramentas para tornar
a gestão mais humana, sob pena de sermos substituídos por máquinas.
Lembremos que canalizar esse potencial torna-o vantagem competitiva. Então
vivamos os descontroles como devaneios criativos de Ícaros de modernos e
acreditemos que nossa cera não dissolverá pelo ímpeto, mas sim suplantada
por uma nova invenção. Afinal o que nos prende ao chão não é a lei da
gravidade, mas sim os limites que você impôs para a sua mente.  Então
parafraseando o brilhante coringa de Heath Ledger: “Introduce a little
anarchy. Upset the established order, and everything becomes chaos. I’m an
agent of chaos. Oh and you know the thing about chaos, it’s fair”

Por: Flávio Alexandre Cavalcante

Durante a entrevista do técnico Ricardo Gomes no Bem amigos de 14 de setembro de 2009, pude perceber que sua real mudança ao assumir o São Paulo não foi técnica, mas atitudinal. Ele trouxe para o enfoque a mudança que se faz tão necessária a um time junto há 3 anos, com uma relação desgastada e que conquistou tudo que podia. Vejamos o exemplo:

3:45 acordar, 10 minutos para tomar café; banho não pode passar de 5 minutos, agenda, backup, relatório, câmeras e celulares para controlar o tempo. Vivemos a busca por controlar tudo. A busca por uma sensação de segurança que só existe em nossas mentes. Por isso usamos a estatística, por meio de dados, para convencer que a chance do sinistro é improvável, mas há.

Esse medo é nossa jaula, o medo do tudo e o medo do nada. Não saímos por medo de assalto, não comemos por medo de engordar, não trocamos de parceiros por medo, seja o de errar ou de acertar e percebermos que demoramos muito.

Somos cativos de nossos medos.

Criamos controles para evitar perdemos a linha e assim tornamos mais mansa a besta interior. Este ser criativo, impulsivo, visceral e surpreendente fica adormecido, atrofiado pelas regras sociais que nos oprimem em prol de uma ’boa vivência’.  Fica ‘repetitiva nossa criatividade’ visto que não aprendemos a canalizar o potencial de nossas explosões criativas que tanto nos poderiam ser úteis.

Vejo cursos ensinando criatividade, disciplinas propondo empreendedorismo e provas cobrando visão crítica, mas como se limitássemos a um não confrontar sob justificativa do ’ser político’.

Percebi durante anos de consultoria que por mais científicos que sejam os métodos, mais ferramentas gerenciais sejam criadas, dados sejam utilizados para embasar as decisões, todas passam em algum momento pelo ‘feeling’ do gestor, seja na construção de um cenário ou na avaliação de um desempenho.

Ora somos uma ciência social aplicada e as subjetividades fazem parte do processo, mesmo alguns achando que se trata dos frios números da engenharia.

Assim questiono: quantas disciplinas nos cursos de gestão estão desenvolvendo o potencial criativo dos alunos, o equilíbrio emocional ou mesmo os aspectos do comportamento? Temos que criar ferramentas para tornar a gestão mais humana, sob pena de sermos substituídos por máquinas.

Lembremos que canalizar esse potencial torna-o vantagem competitiva. Então vivamos os descontroles como devaneios criativos de Ícaros de modernos e acreditemos que nossa cera não dissolverá pelo ímpeto, mas sim suplantada por uma nova invenção. Afinal o que nos prende ao chão não é a lei da gravidade, mas sim os limites que você impôs para a sua mente.  Então parafraseando o brilhante coringa de Heath Ledger: “Introduce a little anarchy. Upset the established order, and everything becomes chaos. I’m an agent of chaos. Oh and you know the thing about chaos, it’s fair”

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Hepta. Agora é prá valer!

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Por Juliano Nogueira

Não dá mais para negar, depois dessa última rodada perfeita onde Palmeiras e Inter perderam a chance de ficar bem a frente de nosso Tricolor que mais que nunca o São Paulo vai brigar para ser campeão. Estamos apenas a 1 um ponto do Palmeiras que não tem mostrado muita consistência desde a chegada de nosso Muricy por lá, praticamente empatou mais que venceu e ontem acabou escorregando contra o Vitória. O Inter, impressionantemente tem oscilado demais também, principalmente em sua casa, já o time do capitão Rogério Ceni tem demonstrado mais equilibrio e com isso apertado ou pelo menos mantido sua média de vitórias em casa e fora também. Como estamos num campeonato de pontos e não de “mata mata”, vai ser essa constância que irá definir o campeão de 2009 e pelo histórico recente ouso dizer que o São Paulo volta a ser favorito ao título, justamente num ano bem conturbado que não é costumeiro do time do Morumbi. Agora é trabalhar mais que nunca e focar mesmo na possibilidade de ser campeão e não mais de chegar apenas nos líderes. Chegou a hora! É agora!

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A espera de um milagre

Por Flavio Cavalcante

Esse título pode assustar muita gente, entretanto é o que nossos adversários estão pensando e para isso estão comprometendo suas campanhas futuras. O ano do ‘Sem ter nada’ dos gambás começa com uma dívida milionária para trazer o ‘Fofomeno’ o que os deixa extremamente desequilibrados financeiramente para uma década inteira e tudo isso para conseguir um título de libertadores. O que fizemos com tranqüilidade e gerando divisas 3 vezes. Projetemos um cenário futuro positivo (para nós): O Corinthians não consegue o título da libertadores. As dívidas com os jogadores crescem, os patrocinadores somem e como eles não tem um estádio para fazer eventos o time é dilapidado no ano 101.

Ao analisarmos o currículo do Beluzzi (presidente do Palmeiras) fiquei até com um pouco de receio dele organizar as coisas. Fez jogo duro para aumentar salário dos jogadores e também para contratar um bom técnico, criou um teto ilusório pois o Muricy recebe o dobro dele e o Wagner Love – 150% a mais que o limite máximo dos salários. O Palmeiras cria uma técnica kamikaze de ser campeão a qualquer custo. Todavia caso o título não venha as dívidas ficarão, pois os passes de Cleiton Xavier,Ortigoza, Diego Souza e Souza são da Trafic, que irá ter parceria ano que vem com o Santos de Luxemburgo. Essa parceria nunca resultou em sucesso então que todos os Santos protejam a Vila.

Sobre o Flamengo a preocupação com a permanência na primeira divisão passa por um super campeonato do Adriano, pois fora isso talvez o Vasco continue sendo o time da virada, pois subirá enquanto Flamengo, Botafogo e o já rebaixado Fluminense transitem nas imagens da Rede TV.

Não investimos, mas não nos comprometemos. É fato que Washington e Arouca não conseguiram render o esperado. Mas somos os atuais TRI-HEXAS, e estamos preparando o ano que vem já. Então podemos dizer que os outros (Palmeiras – Corinthians – Flamengo – Santos – Botafogo – Fluminense) estão criando viés de baixa e passivos futuros enquanto nós estamos escondendo os dividendos futuros, pois Hernanes, Jean e Miranda ainda tem mercado na Europa dos Gigantes da Champions League. Borges, Junior Cesar e Dagoberto podem fazer uma ‘Ucrânia- Russa’ e trazer alguns Euros. E nossos garotos estão sendo preservados Oscar, Sérgio Motta (até de mais) e Aislan.

“Eu vejo a vida melhor no futuro… Eu vejo isso por cima de um muro de hipocrisia que insiste em nos rodear. Eu vejo a vida mais farta e clara, repleta de toda satisfação…”

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Nilson no “Em Movimento”

Confira a materia feita no De Lira sobre camisas de times de futebol onde nosso presidente Nilson, esbanjou simpatia com sua coleção de mantos do nosso Tricolor.

Clique AQUI

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Bons momentos, outros nem tanto.

0,,21558915-EX,00Por Juliano Nogueira

Cá entre nós achei o jogo desse domingo meio jogo de cumpadre. Não vi nenhuma das equipes tentando ao máximo vencer. Para o Palmeiras, melhor, para nós nem tanto, mas também não estamos precisando nos desesperar. Ainda há muita coisa pela frente e a distancia da ponta é bem curta e super possível de se chegar. Me preocupou mesmo outras coisas. A lesão de Hernanes, que tem tido seus altos e baixos mas ainda sim é muito importante e a provável saída de Miranda para o exterior. Essa notícia porém já foi deixada de lado, pois JJ disse que vai manter nosso craque da zaga no Morumbi. Sendo assim, acredito que até o final dessa temporada vamos mesmo oscilar entre bons momentos e outros nem tanto, porém já não temo mais pelas atuações vergonhosas do início do ano. Essa fase acabou mesmo.

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