
Por Flavio Cavalcante
Caros colegas, meu cordial bom dia!
Hoje temos um dia de Glória… Rogério Ceni completa 900 jogos no Gol Tricolor e nenhuma oportunidade é melhor para tocar em um assunto. A hora da despedida!
Sei que 1000 jogos e 100 gols são marcas que Rogério Ceni persegue, mas acima de tudo nós torcedores devemos ter respeito pelo já alcançado. Ouço criticas constantes ao Rogério não sair do Gol e atribuem falhas do time todo a ele. Mas assim é o trabalho do ídolo, assumir os problemas e dividir as soluções. Gostaria de solicitar aos Tricolor que não se rebaixem ao nível dos demais, sendo injustos com o maior ídolo da história do São Paulo. Todo goleiro leva gols, todo goleiro leva “frangos” e todo mundo faria melhor se tivesse lá… mas analise suas falhas antes de criticar o próximo, ainda mais quando o próximo tem uma história de sucesso. Nem Telê, Nem Zetti, Nem Raí, Nem Cícero Pompeu de Toledo… Nenhuma jogador de futebol que passou pelo São Paulo teve os resultados, a idolatria, a importância e o caráter (bem como a longevidade) do Rogério Ceni… Então parafraseando o samba: “Respeite que soube chegar onde a gente chegou”
O segundo tópico da noite é o confronto proletário do Maracanã. Chamam de “o jogo das Massas”.. sim argamassa, massa de manobra, amassa as pessoas da frente. Mas legal, acho importante esse clássico afinal, um dos nossos desafetos abandonará a libertadores na semana que vem. Fui indagado sobre qual time eu ‘iria torcer’ e respondi: Pela queda do meteorito, afinal não existe a possibilidade dos dois times perderem. Rivalidade é isso!!!
Um comentário
Por Flavio Alexandre Cavalcante
Essa montanha russa que se tornou o campeonato brasileiro da Série A, está motivando discussões de várias naturezas. È goleiro que não adianta e mandam voltar, é mala branca, é técnico de time que foi campeão com escândalo de arbitragem jogando sal na conquista alheia…uma palhaçada. Do ponto de vista ético o futebol é uma das maiores sujeiras que existe. Há anos que escândalos afloram e mancham a imagem de campeonatos pelo mundo todo. Entretanto alguns casos recentes merecem análise.
· Ao mandar voltar o pênalti contra o São Paulo no Maracanã, o juiz criou um precedente importante, todos os pênaltis deveriam voltar, pois só o Bruno se adiantou no 3 últimos que defendeu. E todos mais que o Rogério. Por que não voltou? Mas é importante lembrar que futebol é interpretativo e temos que ‘entender’. Só que infelizmente somos passionais e ‘elaboramos’ teorias conspiratórias… Mas imagine se voltássemos todos os pênaltis em que o goleiro se adiantou… Não teríamos uma defesa de pênalti no Brasileiro.
· Sobre a mala branca do Barueri, supostamente entregue por torcedores do Cruzeiro, teoricamente não há erro nenhum em motivar um profissional para que ele trabalhe melhor, mas pensemos no precedente criado: em um futuro próximo os jogadores só se motivarão para vencer jogas com o auxílio de ‘malas-brancas’. É institucionalizar que para ser bem atendido por um garçom temos que pagar os 10% antes do serviço feito.
· Sobre o afastamento do Val Baiano e do Goleiro Renê, no jogo contra o São Paulo foi uma medida disciplinar avaliada pelas pessoas como facilitação para o São Paulo. Minha pergunta é: foi o São Paulo que barrou o jogador? Que culpa o time tem se a Direção do Barueri resolveu acreditar na ética e punir exemplarmente os jogadores? Agora tudo virou conspiração… e isso cria um precedente perigosos, porque incita a idéia que há um complô PRÓ-SÃO PAULO e isso sabemos que nunca existiu.
Sobre essa história de criar precedentes uma informação importante… nos últimos 4 anos todas as vezes que assumimos a liderança nos tornamos campeões… rumo ao Hepta.
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Por Flávio Cavalcante

mpossível para um cientista como eu acreditar em sorte! È muito complexo pensar que algo não depende de esforço, empenho, talento e motivação, todavia só essa palavra explica o que está ocorrendo no Brasileirão. O Porco está iluminado e nós com uma baita Zica. Vejamos alguns fatos:
· O Porco teve 3 pênaltis não marcados contra o Cruzeiro, tão absurdos que até a Globo, um defensora histórica de Palmeiras e Corinthians, fez críticas ao árbitro. Sem contar as infinitas bolas perdidas por Kleber e companhia (tá certo que esse nem fazer o gol queria)
· No jogo contra o Atlético Paranaense além de outros erros graves de arbitragem. Um ‘chutão’, no melhor estilo ‘bumba-meu-boi’, caiu caprichosamente nos pés do atacante no primeiro gol. Um escanteio que não existiu gerou o segundo gol. Agora o mais impressionante: Paulo Baier (o mesmo que fez contra o Triunfante) perdeu um gol sem goleiro e com a bola dominada dentro da pequena área.
· O São Paulo, empatou um jogo fácil contra o Santo André.
· Rogério se machucou e entrou o Bosco… E com o Bosco não dá! Ele é Ridículo. Tão Ridículo que foi comparado ao Rubinho Barrichello por um defensor do Barrichello.
· André Dias que era nosso melhor zagueiro cometeu um erro bobo.
· Washington então… Meu Deus!!!! Melhor não comentar. (2 cartões idiotas em 10 minutos). Powwww Vamos amarrar a camisa do Washington na Cueca dele, ai quando ele, idiotamente, tentar tirar a camisa iria doer. Outra medida é grampear os lábios desse idiota. Cartão amarelo por reclamação, não dá! Fala sério.
Ou seja, o time perdeu o prumo novamente e para mim não está merecendo o título, sei que nem o Palmeira nem o Inter, mas sou São Paulino e não me adapto a jogar mal.
Abraços tristes de um torcedor que perdeu as esperanças.
É impossível para um cientista como eu acreditar em sorte! È muito complexo pensar que algo não depende de esforço, empenho, talento e motivação, todavia só essa palavra explica o que está ocorrendo no Brasileirão. O Porco está iluminado e nós com uma baita Zica.
Vejamos alguns fatos:
· O Porco teve 3 pênaltis não marcados contra o Cruzeiro, tão absurdos que até a Globo, um defensora histórica de Palmeiras e Corinthians, fez críticas ao árbitro. Sem contar as infinitas bolas perdidas por Kleber e companhia (tá certo que esse nem fazer o gol queria)
· No jogo contra o Atlético Paranaense além de outros erros graves de arbitragem. Um ‘chutão’, no melhor estilo ‘bumba-meu-boi’, caiu caprichosamente nos pés do atacante no primeiro gol. Um escanteio que não existiu gerou o segundo gol. Agora o mais impressionante: Paulo Baier (o mesmo que fez contra o Triunfante) perdeu um gol sem goleiro e com a bola dominada dentro da pequena área.
· O São Paulo, empatou um jogo fácil contra o Santo André.
· Rogério se machucou e entrou o Bosco… E com o Bosco não dá! Ele é Ridículo. Tão Ridículo que foi comparado ao Rubinho Barrichello por um defensor do Barrichello.
· André Dias que era nosso melhor zagueiro cometeu um erro bobo.
· Washington então… Meu Deus!!!! Melhor não comentar. (2 cartões idiotas em 10 minutos). Powwww Vamos amarrar a camisa do Washington na Cueca dele, ai quando ele, idiotamente, tentar tirar a camisa iria doer. Outra medida é grampear os lábios desse idiota. Cartão amarelo por reclamação, não dá! Fala sério.
Ou seja, o time perdeu o prumo novamente e para mim não está merecendo o título, sei que nem o Palmeira nem o Inter, mas sou São Paulino e não me adapto a jogar mal.
Abraços tristes de um torcedor que perdeu as esperanças.
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Por Flavio Cavalcante
O suspense de Hicthcock distinguia-se do elemento surpresa mais característico do cinema de horror. O suspense é acentuado pelo uso de música forte (vai lá vai lá vai lá) e dos efeitos de luz (brilha muito não São Paulo). Nos filmes hitchcockianos, a ansiedade do espectador aumenta pouco a pouco enquanto, o personagem não tem consciência do perigo (como os que nos disseram que esse ano não dava). São apresentados dados ao telespectador que o personagem do filme não sabe, criando uma tensão no espectador em saber o que acontecerá quando o personagem descobrir (quando a liderança for tão certeza será tarde!).
Hitchcock. sempre definiu que a curiosidade é a alma do suspense, e interpreto a “não-liderança” desta rodada como um roteiro bem escrito. Rodada após rodada, como um assassino de filme, vamos eliminando nossos rivais. Vejamos:
- Primeiro foi o Galináceo que não agüentou a pressão de perder jogadores para seleção e contundidos, faltaram-lhes ferramentas para matar seus adversários… isso é dependência, algo como o Charles Bronson que sem sua 45 é apenas o ridículo portador de um bigode.
- Depois matamos o Caipira Verde que não tendo casa, joga melhor fora do que em Goiânia. Seu Técnico preconceituoso lembra nos Hitler pois persegue minorias e não sabe que é impossível conquistar a Rússia.
- Nessa rodada, deixamos o Chapolim Colorado a ver navios. Como um daqueles seres mitológicos, o tal do Saci, ficou sem pernas no final do campeonato dançando bonitinho um axé ao som de Ai-podi.
Agora colamos no Porco, e vamos caçá-los, floresta adentro, nas próximas rodadas… Afinal como todo filme de suspense que se presa o Jason sempre mata seu último inimigo no final.
Abraços
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Por: Flávio Alexandre Cavalcante
Durante a entrevista do técnico Ricardo Gomes no Bem amigos de 14 de
setembro de 2009, pude perceber que sua real mudança ao assumir o São Paulo
não foi técnica, mas atitudinal. Ele trouxe para o enfoque a mudança que se
faz tão necessária a um time junto há 3 anos, com uma relação desgastada e
que conquistou tudo que podia. Vejamos o exemplo:
3:45 acordar, 10 minutos para tomar café; banho não pode passar de 5
minutos, agenda, backup, relatório, câmeras e celulares para controlar o
tempo. Vivemos a busca por controlar tudo. A busca por uma sensação de
segurança que só existe em nossas mentes. Por isso usamos a estatística, por
meio de dados, para convencer que a chance do sinistro é improvável, mas há.
Esse medo é nossa jaula, o medo do tudo e o medo do nada. Não saímos por
medo de assalto, não comemos por medo de engordar, não trocamos de parceiros
por medo, seja o de errar ou de acertar e percebermos que demoramos muito.
Somos cativos de nossos medos.
Criamos controles para evitar perdemos a linha e assim tornamos mais mansa a
besta interior. Este ser criativo, impulsivo, visceral e surpreendente fica
adormecido, atrofiado pelas regras sociais que nos oprimem em prol de uma
‘boa vivência’. Fica ‘repetitiva nossa criatividade’ visto que não
aprendemos a canalizar o potencial de nossas explosões criativas que tanto
nos poderiam ser úteis.
Vejo cursos ensinando criatividade, disciplinas propondo empreendedorismo e
provas cobrando visão crítica, mas como se limitássemos a um não confrontar
sob justificativa do ’ser político’.
Percebi durante anos de consultoria que por mais científicos que sejam os
métodos, mais ferramentas gerenciais sejam criadas, dados sejam utilizados
para embasar as decisões, todas passam em algum momento pelo ‘feeling’ do
gestor, seja na construção de um cenário ou na avaliação de um desempenho.
Ora somos uma ciência social aplicada e as subjetividades fazem parte do
processo, mesmo alguns achando que se trata dos frios números da engenharia.
Assim questiono: quantas disciplinas nos cursos de gestão estão
desenvolvendo o potencial criativo dos alunos, o equilíbrio emocional ou
mesmo os aspectos do comportamento? Temos que criar ferramentas para tornar
a gestão mais humana, sob pena de sermos substituídos por máquinas.
Lembremos que canalizar esse potencial torna-o vantagem competitiva. Então
vivamos os descontroles como devaneios criativos de Ícaros de modernos e
acreditemos que nossa cera não dissolverá pelo ímpeto, mas sim suplantada
por uma nova invenção. Afinal o que nos prende ao chão não é a lei da
gravidade, mas sim os limites que você impôs para a sua mente. Então
parafraseando o brilhante coringa de Heath Ledger: “Introduce a little
anarchy. Upset the established order, and everything becomes chaos. I’m an
agent of chaos. Oh and you know the thing about chaos, it’s fair”
Por: Flávio Alexandre Cavalcante
Durante a entrevista do técnico Ricardo Gomes no Bem amigos de 14 de setembro de 2009, pude perceber que sua real mudança ao assumir o São Paulo não foi técnica, mas atitudinal. Ele trouxe para o enfoque a mudança que se faz tão necessária a um time junto há 3 anos, com uma relação desgastada e que conquistou tudo que podia. Vejamos o exemplo:
3:45 acordar, 10 minutos para tomar café; banho não pode passar de 5 minutos, agenda, backup, relatório, câmeras e celulares para controlar o tempo. Vivemos a busca por controlar tudo. A busca por uma sensação de segurança que só existe em nossas mentes. Por isso usamos a estatística, por meio de dados, para convencer que a chance do sinistro é improvável, mas há.
Esse medo é nossa jaula, o medo do tudo e o medo do nada. Não saímos por medo de assalto, não comemos por medo de engordar, não trocamos de parceiros por medo, seja o de errar ou de acertar e percebermos que demoramos muito.
Somos cativos de nossos medos.
Criamos controles para evitar perdemos a linha e assim tornamos mais mansa a besta interior. Este ser criativo, impulsivo, visceral e surpreendente fica adormecido, atrofiado pelas regras sociais que nos oprimem em prol de uma ’boa vivência’. Fica ‘repetitiva nossa criatividade’ visto que não aprendemos a canalizar o potencial de nossas explosões criativas que tanto nos poderiam ser úteis.
Vejo cursos ensinando criatividade, disciplinas propondo empreendedorismo e provas cobrando visão crítica, mas como se limitássemos a um não confrontar sob justificativa do ’ser político’.
Percebi durante anos de consultoria que por mais científicos que sejam os métodos, mais ferramentas gerenciais sejam criadas, dados sejam utilizados para embasar as decisões, todas passam em algum momento pelo ‘feeling’ do gestor, seja na construção de um cenário ou na avaliação de um desempenho.
Ora somos uma ciência social aplicada e as subjetividades fazem parte do processo, mesmo alguns achando que se trata dos frios números da engenharia.
Assim questiono: quantas disciplinas nos cursos de gestão estão desenvolvendo o potencial criativo dos alunos, o equilíbrio emocional ou mesmo os aspectos do comportamento? Temos que criar ferramentas para tornar a gestão mais humana, sob pena de sermos substituídos por máquinas.
Lembremos que canalizar esse potencial torna-o vantagem competitiva. Então vivamos os descontroles como devaneios criativos de Ícaros de modernos e acreditemos que nossa cera não dissolverá pelo ímpeto, mas sim suplantada por uma nova invenção. Afinal o que nos prende ao chão não é a lei da gravidade, mas sim os limites que você impôs para a sua mente. Então parafraseando o brilhante coringa de Heath Ledger: “Introduce a little anarchy. Upset the established order, and everything becomes chaos. I’m an agent of chaos. Oh and you know the thing about chaos, it’s fair”
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Por Flavio Cavalcante
Esse título pode assustar muita gente, entretanto é o que nossos adversários estão pensando e para isso estão comprometendo suas campanhas futuras. O ano do ‘Sem ter nada’ dos gambás começa com uma dívida milionária para trazer o ‘Fofomeno’ o que os deixa extremamente desequilibrados financeiramente para uma década inteira e tudo isso para conseguir um título de libertadores. O que fizemos com tranqüilidade e gerando divisas 3 vezes. Projetemos um cenário futuro positivo (para nós): O Corinthians não consegue o título da libertadores. As dívidas com os jogadores crescem, os patrocinadores somem e como eles não tem um estádio para fazer eventos o time é dilapidado no ano 101.
Ao analisarmos o currículo do Beluzzi (presidente do Palmeiras) fiquei até com um pouco de receio dele organizar as coisas. Fez jogo duro para aumentar salário dos jogadores e também para contratar um bom técnico, criou um teto ilusório pois o Muricy recebe o dobro dele e o Wagner Love – 150% a mais que o limite máximo dos salários. O Palmeiras cria uma técnica kamikaze de ser campeão a qualquer custo. Todavia caso o título não venha as dívidas ficarão, pois os passes de Cleiton Xavier,Ortigoza, Diego Souza e Souza são da Trafic, que irá ter parceria ano que vem com o Santos de Luxemburgo. Essa parceria nunca resultou em sucesso então que todos os Santos protejam a Vila.
Sobre o Flamengo a preocupação com a permanência na primeira divisão passa por um super campeonato do Adriano, pois fora isso talvez o Vasco continue sendo o time da virada, pois subirá enquanto Flamengo, Botafogo e o já rebaixado Fluminense transitem nas imagens da Rede TV.
Não investimos, mas não nos comprometemos. É fato que Washington e Arouca não conseguiram render o esperado. Mas somos os atuais TRI-HEXAS, e estamos preparando o ano que vem já. Então podemos dizer que os outros (Palmeiras – Corinthians – Flamengo – Santos – Botafogo – Fluminense) estão criando viés de baixa e passivos futuros enquanto nós estamos escondendo os dividendos futuros, pois Hernanes, Jean e Miranda ainda tem mercado na Europa dos Gigantes da Champions League. Borges, Junior Cesar e Dagoberto podem fazer uma ‘Ucrânia- Russa’ e trazer alguns Euros. E nossos garotos estão sendo preservados Oscar, Sérgio Motta (até de mais) e Aislan.
“Eu vejo a vida melhor no futuro… Eu vejo isso por cima de um muro de hipocrisia que insiste em nos rodear. Eu vejo a vida mais farta e clara, repleta de toda satisfação…”
Um comentário
Por Flavio Alexandre
Meus amigos, saudações tricolores.
Finalmente o campeonato começou, e neste momento nos cabe uma análise sobre as reais chances do São Paulo em relação ao TETRA-HEPTA.
Existem duas formas de calcular o título. A Premissa A é estar na frente do segundo colocado no final da rodada 38, todavia isso requer conhecer os eventos futuros e minha bola de cristal está sem pilhas. Já a Premissa B é somar 73 pontos, e com base nessa vamos a alguns dados:
·Estamos há 22 rodadas do final do campeonato, ou seja, faltam 66 pontos a serem disputados.
·O campeão brasileiro deverá ter, esse ano, 73 pontos. Assim para ser campeão temos que ter 65,7% de aproveitamento dos 114 pontos possíveis no campeonato.
·E atualmente temos 24 pontos na 16ª rodada temos exatos 50% dos 48 pontos disputados (16 rodada), todavia se vencermos os próximos 3 jogos subimos para 33 pontos dos 57 possíveis no primeiro turno e nosso aproveitamento vai para 57,89%.
·Atualmente temos:
Derrota Empate Vitória
fora 4 3 2
casa 0 3 4
Calculo que, atualmente, se vencermos 9 partidas em casa + 4 fora de casa e empatarmos 2 no Morumbi e 8 fora seremos campeões brasileiros novamente. E ainda poderíamos perder 4 partidas.
Então temos que vencer na ordem Botafogo (casa) – Goiás (casa) – Sport (fora) – Fluminense (casa) – Atlético PR (fora) – Palmeiras (em casa) – Avai (casa) – Santo André (fora) – Corinthians (em casa) – Nautico (fora) – Coritiba (em casa) – Atlético MG (casa) – Inter (Casa) – Barueri (Casa) – Vitória (casa) – Sport (casa). Se esses vitórias vierem somos Hepta, mas caso algo não saia como planejamos 1 vitória em qualquer uma das partidas abaixo substitui.
Flamengo, Cruzeiro, Santos, Grêmio, Botafogo, Goiás ou (fora)-
SE vencermos todas no Morumbi (11 partidas) + 4 fora, precisamos apenas de 4 empates… ou seja nosso número mágico é 49 PONTOS
È ainda dá para sonhar…
Meus amigos, saudações tricolores.
Finalmente o campeonato começou, e neste momento nos cabe uma análise sobre as reais chances do São Paulo em relação ao TETRA-HEPTA.
Existem duas formas de calcular o título. A Premissa A é estar na frente do segundo colocado no final da rodada 38, todavia isso requer conhecer os eventos futuros e minha bola de cristal está sem pilhas. Já a Premissa B é somar 73 pontos, e com base nessa vamos a alguns dados:
·Estamos há 22 rodadas do final do campeonato, ou seja, faltam 66 pontos a serem disputados.
·O campeão brasileiro deverá ter, esse ano, 73 pontos. Assim para ser campeão temos que ter 65,7% de aproveitamento dos 114 pontos possíveis no campeonato.
·E atualmente temos 24 pontos na 16ª rodada temos exatos 50% dos 48 pontos disputados (16 rodada), todavia se vencermos os próximos 3 jogos subimos para 33 pontos dos 57 possíveis no primeiro turno e nosso aproveitamento vai para 57,89%.
·Atualmente temos:
Fora: 4 derrotas, 3 empates , 2 vitórias
Casa: 0 derrotas, 3 empates, 4 vitórias
Calculo que, atualmente, se vencermos 9 partidas em casa + 4 fora de casa e empatarmos 2 no Morumbi e 8 fora seremos campeões brasileiros novamente. E ainda poderíamos perder 4 partidas.
Então temos que vencer na ordem Botafogo (casa) – Goiás (casa) – Sport (fora) – Fluminense (casa) – Atlético PR (fora) – Palmeiras (em casa) – Avai (casa) – Santo André (fora) – Corinthians (em casa) – Nautico (fora) – Coritiba (em casa) – Atlético MG (casa) – Inter (Casa) – Barueri (Casa) – Vitória (casa) – Sport (casa). Se esses vitórias vierem somos Hepta, mas caso algo não saia como planejamos 1 vitória em qualquer uma das partidas abaixo substitui.
Flamengo, Cruzeiro, Santos, Grêmio, Botafogo, Goiás ou (fora)-
SE vencermos todas no Morumbi (11 partidas) + 4 fora, precisamos apenas de 4 empates… ou seja nosso número mágico é 49 PONTOS
É ainda dá para sonhar…
Um comentário
Por: Flávio Alexandre Cavalcante
Ontem depois do jogo do São Paulo contra o Santos, onde inacreditavelmente o Washington fez 2 gols, me deparei com pessoas defendendo o jogador e dizendo que ele é a alma do time. Infelizmente, o torcedor, como o eleitor tem memória curta. Várias vezes me deparei com pessoas que haviam sido ajudadas e que não agiam de forma semelhante com quem um dia lhes estendeu a mão. Apesar de evitar pronunciar meus juízos de valores para não influenciar ninguém, tinha para comigo um certo estranhamento sobre tal fato, afinal como uma pessoa poderia negar um favor a quem lhe havia prestado um anteriormente? Acreditava ser essa uma das maiores provas de um caráter duvidoso.
É fato que dar crédito a quem o possui de direito transmite certa transparência comportamental apreciada pela sociedade moderna, todavia percebi um fato novo: gratidão não é necessariamente devoção. Sendo agradecer uma atitude positiva, mas dever, apenas uma concessão.
Se analisada a semiologia pode-se perceber que as palavras gratidão e agradecimento evoluem do latim gratitudine e significam de acordo com LUFT & GUIMARÃES reconhecer por benefício recebido. Todavia a palavra devoção é filha da palavra devotione que significa uma dedicação íntima que envolve afeto, algo que convenhamos não é para qualquer pessoa que nos presta um favor. Em uma visão mais simplista, agradecer é dar crédito a quem de direito, seja prestando uma honesta homenagem ou aplacando as fogueiras das vaidades tão comuns aos ciclos sociais e profissionais.
Quando nos cobram um comportamento de devoção onde deveria apenas haver gratidão, somos empurrados por uma força social chamada de comportamento social desejável, que funciona através da imposição do superego (o “Super Eu” personagem que transmite os anseios da sociedade a respeito de nosso comportamento) sobre o id. Assim, tomamos decisões baseadas na busca pela aceitação dos iguais e muitas vezes sacrificamos alguns conceitos em prol do desejável.
Uma fábula de Esopo transmite bem tais conceitos, quando conta que enquanto devorava uma de suas vítimas o leão ficou com um pedaço de osso entre os dentes, tal artefato feria sua gengiva e prejudicava sua caçada. Reclamando de dor, o leão pediu para a gazela retirar o pedaço de osso, mas para isso ela teria que enfiar a cabeça dentro da boca do leão. A gazela, desconfiada, perguntou para o leão se ele não iria ter para com ela a gratidão necessária e o leão respondeu que absolutamente.
A gazela confiante aceitou o desafio e enfiou a cabeça dentro da boca do leão livrando-o do incômodo, porém, de forma abrupta, o leão cravou seus dentes no pescoço da gazela que reclamou: “ora leão você prometeu que não me devoraria, você tem de ter uma grande devoção para comigo por te livrar do inconveniente osso”. O leão respondeu: “Não gazela, não devo-lhe nada mais que um favor, pois fez-me apenas um favor e por isso não deveria esperar nada mais que isso em retribuição, mas sou grato a você e por isso te farei o favor de devorar-lhe rapidamente para que não sinta dor, mas não me peça para lutar contra meus instintos, afinal quem nasceu para jarro jamais será bom tijolo”.
Assim, podemos concluir que não devemos criar expectativas, afinal isso significa investir sem necessariamente ter retorno, bem como devemos saber que favores não devem ser moedas de troca, pois gratidão é diretamente proporcional à necessidade que, por sua vez, é momentânea. E por fim, lembrar que gratidão não é devoção, afinal não nos é fácil lutar contra nossas índoles
Reflitamos .
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Por Flavio Cavalcante
A virtude adveio do erro, assim como o tudo é filho do nada. Entretanto, percebo que temos uma cultura que limita o desenvolvimento: o medo de errar. “Em time que está ganhando não se mexe”, criamos frases feitas para nos convencer de algo que sabemos: somos falíveis. “Errar é humano!”, mas criticar não é. Utilizamos a crítica como válvula de escape e como arma de contra-ataque, ao invés de fomentarmos o desenvolvimento.
As críticas às mudanças feitas no São Paulo, pós eliminação da Libertadores, nos assustaram. Foi doloroso perceber que o São Paulo também demite técnico, também passa por problemas… Fui totalmente contra a saída do Muricy, mas hoje percebo que era necessário mudar e tirar do previsível time das bolas cruzadas na área.
Confesso aos leitores que sempre tive, e ainda tenho problemas com críticas, entretanto, meu primeiro pequeno passo foi dado: assumir. A verdade, palavra que fere como paus e pedras morais, soa-nos como ataque e instintivamente nosso sabre em riste parte para a degola do interlocutor que, em grande parte das vezes, só visa nosso bem-estar. Lidar com críticas é assumir que não somos perfeitos. Nesse momento, busco referência em Freud, pois para ele “todos os homens são heróis… em seus sonhos” e desse prisma transformamo-nos em Ulisses da Odisséia moderna. A autoconfiança gera uma segurança, essa por sua vez, a falta de zelo. Entretanto, nossa geração anestésica precisa utilizar de subterfúgios para manter-se ’sempre alerta’; então, criamos o excesso de responsabilidade.
A sociedade em uma visão ‘Crosbyca’ luta contra o erro e, para isso, prefere a vala comum a singrar mares nunca antes navegados. Criamos pseudo padronizações comportamentais sazonais, evidenciando um mercado de soluções pagas, desenvolvidas por “gurus-de-coisa-alguma”, para resolver problemas que não existiam e que foram criados pelos mesmos. Um grande livro de receita para o sucesso: um pouco disto, um pouco daquilo, uma pitada de tal coisa, misture bem.
Todavia, esquecemos que o mundo é mórfico e as variáveis não são isoláveis, desta feita fecho com Heráclito narrado em verso e melodia por Lulu Santos “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia… tudo muda o tempo todo no mundo.”
Para pensar
Uma vez tomada a decisão de procurar um novo caminho para o Oriente, Cristóvão Colombo começou a fazer um levantamento de tudo o que seria necessário para a missão. Obter e abastecer diversos navios, treinar a tripulação e partir, tudo isso com datas-limites específicas. O Governo espanhol, que patrocinou a expedição, queria aumentar a riqueza da nação.
Colombo não descobriu a nova rota para a China. Assim, deixou de alcançar seu objetivo específico. No entanto, a descoberta da América foi uma fonte incalculável de riquezas para a Espanha. É possível que um funcionário trabalhe bem e tenha seu desempenho avaliado positivamente apesar de não ter alcançado seu objetivo específico.
O sistema de planejamento e controle de realização de objetivos exige avaliações baseadas em bom-senso. Se não for assim, Colombo poderá ser mal avaliado por ter descoberto a América e até ser demitido por ter conseguido algo maravilhoso, mas não seu objetivo. Aprenda que grandes invenções só foram possíveis para os que ousaram sonhar, está aí o ‘Post it’ que não me deixa mentir. Obrigado Muricy, mas vamos de Gomes.
Flávio Alexandre Cavalcante
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Por Flávio Alexandre Cavalcante
Caros colegas, todos os times passam por crises. E nós, assim como grande parte do Mundo subestimamos as crises. E não digo da crise financeira, mas sim da ressaca pós cruzeiro. Pensando no futuro proponho algumas sugestões para minimizar o impacto das crises.
1. Dizer sempre a verdade. Chamar as coisas pelo nome, sem eufemismos, e ser responsável. Não mentir nunca. O processo de demissão e contratação do Muricy foi tomado em tempo pouco propício. Percebeu-se claramente que houve uma pressão da diretoria. E isso enfraquece o time. Quem sabe na semana seguinte, uma fala clara e limpa, esclarecendo 100% do que ocorreu. A torcida quer acreditar no time.
2. Jamais ficar em silêncio. As empresas, em situações de crise, têm o dever moral de informar. O silêncio como resposta aumenta a percepção negativa da situação porque se você não disser o que está fazendo, outros também não dirão. Acho que uma entrevista coletiva como foi dada sábado deveria ter o Rogério (líder e ídolo) pois nele nós confiamos.
3. Aproveitar a oportunidade para começar de novo. Toda crise é uma oportunidade para fazer um balanço e corrigir erros. As empresas olham excessivamente para o próprio umbigo, mas há inúmeros aspectos a melhorar. Contratações equivocadas, profissionais desmotivados, posições invertidas em campo. Tudo! Fechar para Balanço.
4. Preparar-se e prevenir-se. A gestão correta de uma crise passa pelo preparo. As crises chegam sem avisar. Uma empresa preparada evitará prejuízos econômicos e pessoais elevados. Precisamos ter uma equipe para gerir a crise e tais profissionais não podem ser passionais, nem torcedores.
5. Ser proativo. Sucumbir ao medo paralisante e deixar que o tempo passe sem tomar providência alguma são dois erros muito comuns. Diante de uma crise, deve-se sempre adotar um papel proativo e tomar as rédeas da situação antes que outros o façam. O comunicado da demissão do Muricy deveria ter sido feito na Sexta a noite pela diretoria e com toda ética possível e avisar que estaríamos procurando um novo técnico. Um período de 1 dia, dá toda diferença, posto que demonstra um LUTO e por conseguinte a importância do técnico que sai.
6. Transmitir confiança. O objetivo de toda crise consiste em restituir à empresa sua situação inicial. Par que isso aconteça, devem-se gerir as percepções para que o público afetado recupere a confiança perdida. Aqui vai uma fala para a torcida, posto que pixar muro não é o correto. A torcida quer apenas confiar.
7. Pôr em ação o comitê de crise. Os integrantes do comitê devem saber muito bem o que deve ser feito a cada momento, jamais improvisando coisa alguma. Lembremos do Tele… para os outros pode até soar como improviso, mas pra nós tem que ser improviso treinado a exaustão.
8. Comunicar interna e externamente. Se é importante o que se diz ao público externo à empresa, não é menos importante o que se deve dizer internamente. O público interno deve se manter informado pelos meios criados pela empresa para esse fim, e não por terceiros, já que isso gera rumores tóxicos. Os blogs e as notícias das ‘Rádio peão’ devem ser evitados, posto que só denigrem a imagem do são paulo (instituição).
9. Administrar as emoções. As crises afetam as pessoas. Portanto, antes de se preocupar com as questões econômicas, deve-se levar em conta aspectos relacionados à saúde e à segurança, sobretudo em casos graves ou excepcionais. Torcida ser passional é possível, direção, técnico, jogadores não. Temos que ser frios nesse momento.
10. Seguir o manual de comunicação da crise. Essa é a melhor ferramenta para lidar com qualquer crise. O manual é o mapa que toda empresa deve seguir diante dos imprevistos. Infelizmente, ele está ausente da maior parte das empresas de todo tipo e porte.
Aos diretores do São Paulo informo que podem contar comigo para o que for necessário, trabalharei de graça e o tempo que for necessário pela Instituição. Saibam que milhões de outros Flávios fariam isso. Só queremos voltar a ser Aquele São Paulo que contrata certo, que treina mais que os outros, que paga em dia, que não faz loucuras, que dá raça em campo, que não tem crises na mídia (pois sabemos que elas acontecem todos os dias, só não podem ir pra a mídia), que não demitem técnico, que não tem muro pixado… Assim a tomada de decisão sobre jogadores comprometidos é o início da mudança, podemos até perder, mas com garra, dando carrinho de cabeça e não poupando o corpo. O uniformer branco do São Paulo tem que ser um demonstrativo de Raça, enquanto mais sujo, mais pegada tem o time.
Aos torcedores solicito que sejamos TRIUNFANTES e entendamos que algum dia o ciclo iria (ou irá) se finalizar. Adoro Libertadores, mas não é todo dia que temos um TRI-HEXA. Apoiar o Ricardo Gomes não é trair o Muricy, posto que antes de técnico o Muricy é torcidor do São Paulo. Não pixemos muro, pois isso é coisa de Corinthiano e Flamenguista. Acreditemos em quem desde sempre nos dá motivos para sorrir, mas se perdemos entendamos que faz parte do jogo. E que somos superiores a isso! Se quiser protestar, não vai ao Morumbi, não compra camisa, não vê jogo pela Televisão, boicota a LG… Nunca violência e pixação.
Aos jogadores peço que entendam que nós pagamos os seus maravilhosos salários e queremos retorno. Entendemos que as dificuldade vieram, que tudo está mais complexo e que os outros jogadores e times também se reforçam e treinam para vencer. Não queremos vencer sempre, apesar de estarmos mal (bem) acostumados, e sim ver raça em campo.
Obrigado e saibam que podem contar comigo gratuitamente.
Flávio Alexandre Cavalcante
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